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Corregedoria geral realiza correição na Comarca de Engenheiro Beltrão

Corregedoria geral realiza correição na Comarca de Engenheiro Beltrão. Foto Enfoque Regional

O corregedor-geral da Justiça do Paraná, desembargador José Augusto Gomes Aniceto, e sua equipe de juízes auxiliares esteve no Fórum de Engenheiro Beltrão, onde realizaram uma correição na Comarca.

A correição é uma espécie de fiscalização de todos os processos judiciais e extrajudiciais. Além dos processos, são fiscalizados todos os cartórios pertencentes à comarca, inclusive de Imóvel, cível, judicial e de distribuição, dos municípios de Engenheiro Beltrão, Quinta do Sol e Fênix.

De acordo com o juiz de Direito da comarca, Dr. Sílvio Hideki Yamaguchi, a atividade é importantíssima e visa verificar se existem erros e, se houver, como poderão ser sanados. “É uma atividade importante, onde poderão ser verificados os erros e, posteriormente, corrigidos, para que façamos um trabalho cada vez mais correto e a contento”, disse o magistrado.

A correição acontece, em média, a cada dois anos, e é feita em todas as comarcas do Estado. A equipe do Desembargador Aniceto, formada por 16 profissionais, esteve inspecionando também os distritos e os municípios de Quinta do Sol e Fênix, pertencentes a comarca de Engenheiro Beltrão.

Aniceto explicou que a cúpula do Tribunal de Justiça do Paraná tem a preocupação de estar visitando frequentemente as comarcas para acompanhar as reais necessidades de cada uma. “É uma forma conhecer para agilizar e aperfeiçoar o trabalho forense”, disse Aniceto.

Durante a correição, a equipe do desembargador se reúne com o juiz e o promotor da Comarca, advogados, representantes do Executivo e Legislativo, além de outras lideranças. “A nossa grande preocupação é com a agilidade e presteza do serviço forense, mantendo sempre o nível de qualidade que se busca. É preciso ter ciência que o serviço deve ser prestado o mais breve possível, de maneira a evitar as angústias do cidadão no sentido de estabelecer o pleno exercício da cidadania a todos”, enfatizou.

Por fim, o desembargador informa que qualquer equivoco encontrado, é feita a correição e, sendo constatado desvio de função, o caso é apurado. “Toda atividade forense precisa ser exercida com total transparência”, afirma.

Com Enfoque Regional

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